quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

DIRECAO DEFENSIVA


DENATRAN
Educando com valores
O trânsito é feito pelas pessoas. E, como nas outras atividades humanas, quatro princípios são importantes para o relacionamento e a convivência social no trânsito.
O primeiro deles é a dignidade da pessoa humana, do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio social democrático, como o respeito mútuo e o repúdio às discriminações de qualquer espécie, atitude necessária à promoção da justiça.
O segundo princípio é a igualdade de direitos. Todos têm a possibilidade de exercer a cidadania plenamente e, para isso, é necessário ter eqüidade, isto é, a necessidade de considerar as diferenças das pessoas para garantir a igualdade o que, por sua vez, fundamenta a solidariedade.
Um outro é o da participação, que fundamenta a mobilização da sociedade para organizar-se em torno dos problemas de trânsito e de suas conseqüências.
Finalmente, o princípio da co-responsabilidade pela vida social, que diz respeito à formação de atitudes e ao aprender a valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito, à efetivação do direito de mobilidade a todos os cidadãos e a exigir dos governantes ações de melhoria dos espaços públicos.
Comportamentos expressam princípios e valores que a sociedade constrói e referenda e que cada pessoa toma para si e leva para o trânsito. Os valores, por sua vez, expressam as contradições e conflitos entre os segmentos sociais e mesmo entre os papéis que cada pessoa desempenha. Ser “veloz”, “esperto”, “levar vantagem” ou “ter o automóvel como status”, são valores presentes em parte da sociedade. Mas são insustentáveis do ponto de vista das necessidades da vida coletiva, da saúde e do direito de todos.
É preciso mudar. Mudar comportamentos para uma vida coletiva com qualidade e respeito exige uma tomada de consciência das questões em jogo no convívio social, portanto na convivência no trânsito. É a escolha dos princípios e dos valores que irá levar a um trânsito mais humano, harmonioso, mais seguro e mais justo.

Riscos, perigos e acidentes
Em tudo o que fazemos há uma dose de risco: seja no trabalho, quando consertamos alguma coisa em casa, brincando, dançando, praticando um esporte ou mesmo transitando pelas ruas da cidade.
Quando uma situação de risco não é percebida, ou quando uma pessoa não consegue visualizar o perigo, aumentam as chances de acontecer um acidente.
Os acidentes de trânsito resultam em danos aos veículos e suas cargas e geram lesões em pessoas. Nem é preciso dizer que eles são sempre ruins para todos.
Mas você pode ajudar a evitálos e colaborar para diminuir:
■ o sofrimento de muitas pessoas, causados por mortes e ferimentos, inclusive com seqüelas físicas e/ou mentais,
muitas vezes irreparáveis;
■ prejuízos financeiros, por perda de renda e afastamento do trabalho;
■ constrangimentos legais, por inquéritos policiais e processos judiciais, que podem exigir o pagamento de indenizações e até mesmo prisão dos responsáveis.
Custa caro para a sociedade brasileira pagar os prejuízos dos acidentes: estima-se em 10 bilhões de reais, todos os anos, que poderiam ser aproveitados, por exemplo, na construção de milhares de casas populares para melhorar a vida de muitos brasileiros.
Por isso, é fundamental a capacitação dos motoristas para o comportamento seguro no trânsito, atendendo a diretriz da “preservação da vida, da saúde e do meio ambiente” da Política Nacional de Trânsito.

DIREÇÃO DEFENSIVA
Direção defensiva, ou direção segura, é a melhor maneira de dirigir e de se comportar no trânsito, porque ajuda a preservar a vida, a saúde e o meio ambiente. Mas, o que é a direção defensiva?
É a forma de dirigir, que permite a você reconhecer antecipadamente as situações de perigo e prever o que pode acontecer com você, com seus acompanhantes, com o seu veículo e com os outros usuários da via.
Para isso, você precisa aprender os conceitos da direção defensiva e usar este conhecimento com eficiência. Dirigir sempre com atenção, para poder prever o que fazer com antecedência e tomar as decisões certas para evitar acidentes.
A primeira coisa a aprender é que acidente não acontece por acaso, por obra do destino ou por azar. Na grande maioria dos acidentes, o fator humano está presente, ou seja, cabe aos condutores e aos pedestres uma boa dose de responsabilidade. Toda ocorrência trágica, quando previsível, é evitável. Os riscos e os perigos a que estamos sujeitos no trânsito estão relacionados com:
■ Os Veículos;
■ Os Condutores;
■ As Vias de Trânsito;
■ O Ambiente;
■ O Comportamento das pessoas.

FBI PUTS CYBER THEATS IN PERSPECTIVE


GovInfoSecurity.com (11/24/09) Chabinsky, Steven R.

When gauging the extent of the danger to our federal networks, the FBI examines both the sophistication and the motives of potential attackers, writes Steven R. Chabinsky with the FBI's cyber division. The most pernicious perpetrators have the ability to change our software and hardware across the worldwide supply chain route, carry out remote network intrusions, create the physical and technical presence required to reroute and spy on our wireless communications, and place pernicious insiders within our private and federal sectors. With regard to organized crime rackets, financially driven cyber crime usually does not entail acts of violence or decimation of networks. One exception to this is extortion, where cyber crooks threaten to hold networks hostage until their demands are realized. In many cases, cyber crooks have the technical know-how to carry through with their threats, especially if an insider is on the job. The FBI has not yet witnessed a high level of comprehensive cyber sophistication within terrorist cells. Nevertheless, the bureau is aware of and monitoring individuals who have connections to or sympathies with al-Qaeda and who have recognized and discussed the susceptibility of the U.S. infrastructure to cyber attack.

ROLE OF HOSPITAL SECURITY ENVOLVES


San Bernardino County Sun (CA) (12/01/09) Steinberg, Jim

Hospital security guards in Southern California are taking a number of different steps to deal with some of the problems they are facing in keeping their facilities secure. For example, Louie Hernandez, the director of security for Pomona Valley Hospital Medical Center, has organized an informal network of hospital security officers to exchange descriptions of criminals such as thieves who specialize in the healthcare environment. In addition, the hospital security officers who participate in the network exchange information with one another about the methods that these criminals use. The creation of the network came in the wake of an incident several years ago in which someone posed as a clergyman and stole valuables from the purses of employees and hospital guests at several different hospitals. Meanwhile, a number of hospital security officers at St. Bernardine Medical Center in San Bernardino and Pomona Valley have taken California's terrorism liaison officer course, which aims to help students deal with all levels of terrorism. Security guards at St. Bernardine are also taking emergency management and hazardous material/patient decontamination classes.