segunda-feira, 26 de agosto de 2013

QUANDO A EDUCAÇÃO CORPORATIVA FAZ A DIFERENÇA

A competitividade e a educação caminham juntas. Quando a educação é prioridade estratégica de um país, sua sociedade se torna mais equilibrada e justa. Ao remover barreiras de acesso e elegibilidade, o ensino a distância (EAD) pode ajudar a suprir nossos enormes déficits educacionais, que influenciam a baixa produtividade empresarial e nacional.
Em apenas um ano, o Brasil passou do 46º para 51º lugar no ranking de competitividade global do IMD, a escola de negócios da Suíça. O levantamento elaborado pelo seu Centro de Competitividade Mundial avaliou 60 economias e, mais uma vez, o Brasil retrocedeu no cenário global. Estávamos no 38º lugar em 2010, caímos para o 44º em 2011, até chegarmos a 46ª posição em 2012, acumulando, em quatro anos, a perda de 13 colocações.
Essa queda retrata as fragilidades do posicionamento do país frente às principais nações do mundo. Assim, de nada adianta o Brasil ser a 7ª economia, em volume de PIB, se não cultiva os fundamentos do verdadeiro desenvolvimento, como a qualidade da educação que oferece ao seu povo.